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A Paraíba detém o maior ativo para a nova economia brasileira, obtendo a primeira colocação no Nordeste e a sétima do Brasil, de acordo com o Índice de Ecossistemas de Impacto (INDEI) 2026 divulgado nessa sexta-feira (6)..
O estudo avalia a prosperidade sistêmica dos territórios brasileiros cruzando dados de três eixos fundamentais: econômico-empresarial conectividade entre empresas, agilidade de negócios, infraestrutura logística e inovação); eixo sociocultural (capital social, coesão, educação, saúde e qualidade de vida incluindo cultura e lazer); e eixo ambiental (resiliência urbana, gestão de recursos naturais, saneamento e transição para energias limpas).
Para o secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Gilmar Martins, “o índice INDEI 2026 reforça o que foi revelado por outros estudos que colocam a Paraíba como sendo o estado mais competitivo do Nordeste, segundo o índice de Competividade do CLP 2025, líder em liberdade econômica no Nordeste e o 5º melhor do Brasil, de acordo com o Índice Mackenzie de Liberdade Econômica Estadual (IMLEE) 2025, o estado com a melhor qualidade de vida do Norte e Nordeste, segundo o IPS Brasil 2025 e avaliado com rating brAAA (o mais alto nível, "Triplo A") pela agência internacional S&P Global Ratings em 2024 e 2025”.
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Na visão do secretário Gilmar Martins, não há segredos. Para ele, a gestão do governador João Azevêdo pautada no “planejamento baseado em dados e evidências, investimentos em infraestrutura que favoreceram o ambiente de negócio e a melhoria da vida das pessoas, a seleção criteriosa dos projetos a serem financiados, segurança jurídica e uma boa gestão fiscal, possibilitaram tais avanços”.
A metodologia funciona como um diagnóstico preciso para mapear quais estados apresentam a base mais sólida e equilibrada para sustentar o desenvolvimento a longo prazo e gerar impacto socioambiental positivo.
O relatório identifica janelas de oportunidade para que governos e setor privado criem mecanismos de financiamento que aproveitem a maturidade das redes locais. Para o Nordeste, os dados funcionam como um roteiro para que a região lidere a transição para modelos econômicos que priorizem o bem-estar humano e a preservação da cultura como ativos de mercado.
Postado por Secom PB
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