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Começou a vigorar no último sábado (2) o prazo para descompatibilização dos ocupantes de uma série de cargos e funções públicas e que têm a intenção de concorrer nas eleições de 2022. A descompatilização é obrigatória para ocupantes de determinados cargos (que vão desde funcionários públicos a militares e dirigentes de empresa). Permanecer no exercício de algumas funções após o prazo pode tornar os candidatos inelegíveis.
Os prazos para a desincompatibilização variam de três a seis meses antes da data do primeiro turno das eleições, que ocorrerá no dia 2 de outubro deste ano.
Seguindo esse calendário, na última semana, aconteceram uma série de desincompatibilizações na Paraíba. Um exemplo foi Murilo Galdino que deixou a Secretaria de Articulação Política do Governo do Estado para concorrer a vaga de deputado federal.
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Ana Cláudia Vital, esposa do senador Veneziano, também entregou o cargo de secretária de Articulação e Desenvolvimento Municipal, que ocupava no governo de João Azevêdo, também com intenção de se candidatar. O ex-secretário de Saúde Geraldo Medeiros e o ex-comando da Polícia Militar, Euller Chaves também saíram.
Em Campina Grande tivemos Raymundo Asfora Neto e Dinho Papaléguas. Os dois deixaram suas secretarias e são cotados para a disputa na Assembleia Legislativa. Outro exonerado foi o chefe de gabinete da prefeitura, Gilbran Asfora.
Postado por Redação
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