Reprodução
Os governadores devem recorrer à justiça para barrar o projeto do governo Bolsonaro que reduz a alíquota do ICMS que incide sobre combustíveis. A matéria foi aprovada pelo Senado e Câmara dos Deputados. Ontem, quinta-feira (16), o governador João Azevêdo (PSB) afirmou que a judicialização deve ocorrer apenas quando a lei for sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro.
“Essa é uma compreensão, pelo menos do Consórcio Nordeste, de que nós não teremos muitas alternativas a não ser essa, mas só será adotada depois da sanção, para que a gente tenha o texto completo da lei e possamos definir o encaminhamento oficial”, disse João.
Segundo ele, o projeto vai provocar uma perda de recursos no montante de R$ 1,4 bilhão somente na Paraíba. O governador paraibano comentou sobre o posicionamento da bancada paraibana no Senado e o voto favorável de Veneziano Vital (MDB), pré-candidato ao Governo da Paraíba.
- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -
“Estamos no ano eleitoral. Quando se coloca uma pauta dentro do congresso onde se vende a imagem de que está reduzindo imposto, é claro que para qualquer parlamentar que está no processo de disputa eleitoral ele vai na lógica de que isso provocaria um desgaste. Entretanto a gente tem que se preocupar com a que preço a gente vai fazer essa redução de imposto”, alertou o governador.
Ele ressalta que a saúde e a educação são as áreas que recebem maior volume de investimentos através de recursos arrecadados com o ICMS. “O preço que o país vai pagar com essa medida será extremamente alto”, avaliou. As informações são do portal PolíticaParaíba.
Postado por Redação
Comentários
Outras Notícias
Paraíba
Festival de Inverno das Serras será lançado nesta quinta, 30, no Centro Turístico de Tambaú
Ler Notícia
Clima
Inmet emite alerta de chuvas intensas para Araruna e mais 220 cidades da Paraíba - VEJA A LISTA
Ler Notícia
Política
Lucas celebra apoio de prefeito de São Bento e projeta avanço no desenvolvimento da cidade
Ler Notícia